Quando uma epidemia insignificante como a gripe suína, ou gripe A (para não falar Americana), toma conta de modo generalizado dos espaços nos meios de comunicação, fico absolutamente tranquilo: pode ter certeza que não tem nenhuma desgraça acontecendo no mundo e que nunca tudo esteve tão bem.
Os dados comprovam minha tese: 2.400 contaminados e 44 mortos – 42 no México e 2 nos Estados Unidos. Nenhuma morte por gripe suína no Brasil, para infelicidade da imprensa. Afinal, é uma doença tão avassaladora que mata 1,8% dos contaminados. Entediante. Quase não consigo bocejar olhando esses números… quase. Daí a afirmação que entitula este post: a gripe suína é a nova dengue, SARS, ebola, etc., como já publicado genialmente no Emplastro em post anterior.

Grande jornalista catarinense retratado em tamanho real de competência
Agora que a desgraça da crise financeira perde momentum, era necessário uma nova catástrofe. Afinal, sempre que pensamos estar tudo bem… cuidado, o apocalipse está na esquina. É um mundo perigoso, quando se deixa a TV ligada.



