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A falência dos motores a combustão

#post re-publicado atendendo pedidos#

Com a crise econômica mundial três dos maiores símbolos do american way of life, GM, Ford e Chrysler estão com seus dias de bonança contados. Surgidas no ainda incipiente capitalismo do pré-guerra, elas ganharam momentum após a Grande Depressão de 1929, quando o subsequente New Deal de Roosevelt incentivou obras faraônicas no setor de infra-estrutura, especialmente estradas. Curiosamente, agora é outra crise que irá influenciar inevitavelmente o destino dessas três empresas responsáveis por grande parte da emissão de CO2 do mundo, desta vez para pior. A culpa não é da crise financeira – ela só revelou a fragilidade dessas fábricas, que não perceberam a chegada dos novos tempos.

A indústria do automóvel atual é obsoleta. Um carro de 1938 não é muito diferente de um carro de 2008, 70 anos depois. Não houve uma mudança significativa de paradigmas. Ou estou errado?

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Claro que muita coisa melhorou: acessórios, consumo, conforto, velocidade, estabilidade, confiabilidade. Porém, os carros continuam com o mesmo tamanho, o mesmo peso, e o mesmo arranjo básico – motor a combustão, tração dianteira, 4 rodas, porta malas atrás, capacidade para 4 pessoas, etc. Comparado com outros ramos da indústria, a do automóvel não me parece ter evoluído tanto. Afinal, que sentido tem hoje um carro que pesa 1,5 tonelada transportar uma pessoa de 80Kg?

Uma verdade inegável é que, enquanto as japonesas Honda e Toyota procuram desenvolver uma tecnologia verde, as americanas não só ficaram para trás, como retrocederam para a fabricação de tanques que consomem 3 litros de gasolina por kilômetro, como o Hummer. Infelizmente, o lobby das montadoras, que usam possíveis demissões como carta de barganha, ainda é fortíssimo, e o governo norte-americano está intervindo em sua ajuda. Aparentemente, as empresas defendem um estado que não regula a economia somente quando é interessante. Quando há necessidade de ajuda, é ao governo que elas recorrem, com o rabo entre as pernas. Se o governo ajudar, ele tem a obrigação moral de exigir restrições, ou mesmo a extinção do motor a combustão, bem como outras mudanças, como exigir que os carros façam, no mínimo, 30 kilômetros por litro, no caso da manutenção dos motores a combustão. Isso colocaria em prática forçosamente uma mudança que já é iminente, girando as rodas da revolução verde. Seria um tremendo avanço – o que já é suficiente para nos deixar céticos quanto as chances disso acontecer num futuro próximo.

car-smoke-200Maria Fumaça


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Ex-quadrilha da fumaça mergulhando em stall


O número de carros verdes fabricados por todas empresas americanas, juntas, é zero. O motivo para as gigantes americanas não estarem a fabricá-los – nenhum modelo sequer – permanece um mistério para mim. Seria porque eles consideram inexistente um mercado consumidor desse segmento? Será que o consumidor estaria preparado para ter um carro elétrico? Enquanto eles discutiam isso, a Toyota lançou o híbrido Prius e vendeu mais de 1 milhão de unidades só nos Estados Unidos. A Honda também lançou um carro semelhante, com resultados não muito diferentes. Não é de admirar que as fábricas americanas estejam falindo, com essa visão de negócios do tempo do onça.

Ao Emplastro Cubas parece ótimo um carro não-poluente que não depende de uma aliança artificial com os sauditas, um oleoduto na complicada região da Ossétia do Sul e uma Guerra do Iraque. Uma guerra é sempre feia, mesmo que esteja longe. Os defensores da Guerra do Iraque podem clicar aqui. Não fiquem chocados com essas fotos, afinal, é o preço que o povo iraquiano tem que pagar pela liberdade. A do nosso automóvel.

A Fauna brasileira

O Emplastro Cubas orgulhosamente traz de presente aos nossos numerosos leitores uma mostra da incrível diversidade da fauna brasileira. Uma cortesia Ecosport: Bem vindo à vida.

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Gambá

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Urubu brasiliensis

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Gambá


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Gato

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Rato

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Cobra Coral

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Tatu

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Azulão

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Tamanduá

Mensagem ao Alto Uruguai


Fritz Plaumann

“Meu olhar divaga livremente sobre a paisagem montanhosa, porém a mata virgem não existe mais. As estrelas brilham à noite no firmamento, porém disfarçadas pelo reluzir de luzes artificiais. Imensurável é a quantidade de espécies da fauna e da flora, indecifrável o número de astros. Teorias aparecem e desaparecem, mas o mistério ‘de onde para onde’, permanece. Como qualquer ser vivo, também ao homem é imposto pela própria natureza um limite à sua capacidade perceptiva, que não pode ser ultrapassado; o que fica além, continua enigma…

Neste mundo, seja na superfície da terra, seja acima dela, ou no seu interior, tudo está subordinado a uma ordenação disciplinada e reconhecível nas leis da natureza. Por isso não consigo crer numa ‘criação do acaso’. O homem agride sem consideração. A fauna e a flora, autóctones, sucumbem. Terra, ar e água são envenenados ou contaminados. Porém, a terra, na qual toda a vida se fundamenta, há de vingar-se, como em parte já está acontecendo. Pense, pois, homem, sobre o que poderá advir.

Que meu trabalho entomológico possa contribuir para incentivar a admiração e o amor à natureza, e estimular a reflexão sobre a mesma.”

Reciclagem

Para quem quer reciclar seu lixo, mas não sabe o que fazer com ele…

Uma dica para localizar centros de reciclagem: acesse o site http://www.rotadareciclagem.com.br/index.html

é só colocar o nome da rua e ele procura centros de reciclagem mais próximos (de cooperativas, comércio e voluntários)

centrosreciclagem

O óleo de cozinha, também não deve ser jogado no ralo – além de poluir rios, causa danos no solo,   entupimento nos encanamentos, entre outros…

Ele pode ser usado para fazer sabão, veja aqui a receita

Ou procure um local que faz a coleta, geralmente as universidades estão envolvidas em projetos deste tipo.

Em Florianópolis: é só levar no horto florestal do Córrego Grande

também encontrei esses locais no blog folha verde, mas nao sei se ainda procede.

Posto Galo SL (Saco dos Limões)
Rua Jerônimo José Dias, 200 – Saco dos Limões – Florianópolis/SC
(48) 3333-5098
Pessoa para contato: Sandro

Posto Galo RT (Rio Tavares)
Rodovia SC 405 – Km 6, 2953 – Rio Tavares – Florianópolis/SC
(48) 3237-4432
Pessoa para contato: Juliano

Posto Galo LA (Lagoa)
Rua Henrique Veras do Nascimento, 270 – Lagoa da Conceição – Fpolis/SC
(48) 3232-0156
Pessoa para contato: Adilson

Posto Galo BA (Barra da Lagoa)
Rua Jornalista Manoel de Menezes, 3007 – Barra da Lagoa – Florianópolis/SC
(48) 3232-3284
Pessoa para contato: Joster

Posto Galo ES (Estreito)
Rua Eurico Gaspar Dutra, 865 – Estreito – Florianópolis/SC
(48) 3244-0057
Pessoa para contato: Júlio

Posto Galo KO (Koesa)
Rua Almirante Lamego, 1076 – Centro – Florianópolis/SC
(48) 3225-4666
Pessoa para contato: Evandro

Acif Regional Ingleses
Rua Intendente João Nunes Vieira 1683 – Ingleses – Florianópolis/SC
(48) 3269-4111
Pessoa para contato: Fabiana/Carlos

CTRes Comcap
Rodovia Admar Gonzaga – Itacorubi – Florianópolis/SC
(48) 3334-1529

Monumentos ao automóvel

Após a Grande Depressão de 1929, o governo de Roosevelt, através do New Deal, investiu pesadamente na construção de estradas como forma de estimular a economia e criar empregos. Isso permitiu a existência de megalomaníacos do automóvel como Robert Moses, que derrubou metade de Nova York para traçar suas avenidas.  O próprio Adolf Hitler, notório por suas ações sensatas, traçou milhares de kilômetros das suas autobahn que não têm limite de velocidade. Infelizmente, essa “agenda do asfalto” impregnou-se também no Brasil, já em 1926, com Washington Luís e seu intragável “governar é construir estradas”.

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Apesar da época de ouro do betume ter iniciado em 1930, essa política continua muito forte até hoje. Pergunte ao Sr. Dario Berger, ele poderá explicar melhor ao leitor.

Este post é dedicado aos grandes monumentos que nossa civilização construiu ao automóvel, megaconstruções dedicadas ao modo de vida sobre quatro rodas. Você já parou para pensar quanto da área de uma cidade é dedicada ao automóvel?


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Tokyo

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Pequim


shangai

Shangai


E como prova de que isso não resolve engarrafamento…

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Moscou


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Los Angeles


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Los Angeles de novo

E o pensamento geral:

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Assegurando o futuro da alimentação

O Japão educa há anos sua população a respeito da comida e de sua procedência, bem como suas implicações sociais e econômicas – atitudes que deveríamos ter também. Esse vídeo muito legal faz uma análise profunda da cadeia produtiva da comida: